Porque é que nada muda no ensino da língua portuguesa?

A 18 de Março de 2017 o GRI-DPA realizou, na Associação Sãojorgense, em Düsseldorf, a sua primeira Conferência Nacional, dedicada ao tema do Ensino, sob o lema: “A Língua Portuguesa como factor identitário e de Integração”. Entre os participantes e palestrantes contavam-se o Sr. Embaixador de Portugal Dr. Mira Gomes, o Prof. Bodo Freund (um renomado pesquisador alemão e profundo conhecedor da Comunidade Portuguesa), o Dr. phil. Luciano Caetano da Rosa, o Dr. Rui Azevedo (Representante do Instituto Camões e Coordenador do Ensino na Alemanha), a professora Teresa Soares (dirigente do Sindicato dos Professores), a professora Margarida de Lima, o Prof. Dr. Alexandre Martins (que entregou manuscrito, lido por Alfredo Stoffel), o Conselheiro Pedro Rupio, os Deputados pela Emigração Carlos Gonçalves (PSD) e Paulo Pisco (PS), a Deputada Carla Cruz (representante do PCP) e a Sra. Lenia Saraiva (representante do conselho de Pais da cidade de Neuss). A análise da situação, efectuada pelos especialistas, foi profunda, os problemas foram abertamente expostos, com direito ao contraditório. Daí resultaram propostas, elaboradas para conseguir uma melhoria do futuro e que reflectiram o conteúdo dos temas ali tratados (veja o resumo no final deste texto). O Jornal Portugal Post publicou no seu Nr. 275, de Setembro de 2017, um longo relatório político-analítico e propositivo dessa nossa Reflexão, enviada posteriormente a todos os responsáveis atrás mencionados, bem como aos responsáveis políticos, ligados à Emigração, em Portugal. O GRI-DPA esperava que os responsáveis assumissem também o seu papel e interviessem no sentido das propostas e reclamações ali formuladas.

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Manuel Campos

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